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  • Equipe Odontosantos

Prevenção Começa Cedo


Ainda aproveitando este mês, quando ocorre a campanha do Novembro Azul, continuaremos falando de prevenção. No entanto mudaremos o foco. Nestes últimos três meses as campanhas têm sido voltadas para os adultos, em outubro e novembro e aos adolescentes e adultos no caso de setembro. Hoje focaremos nas crianças. O ato de prevenir, segundo o dicionário, "é o conjunto de atividades e medidas que, feitas com antecipação, busca evitar um dano ou mal". Colocando sob a perspectiva da odontologia, temos as ações que realizaremos na infância para manter a saúde bucal, evitando que na idade adulta a pessoa precise frequentemente recorrer ao dentista para resolver problemas, ao invés de apenas realizar consultas de rotina. Mas quais são estas ações, e quando podemos iniciá-las? As primeiras consultas não são diretamente para a criança, mas para seus pais. É muito importante conscientizá-los e orientá-los sobre a melhor maneira de realizar a higiene bucal do bebê. As bochechas e a gengiva devem ser limpas com gaze umedecida em água, com uma pequena quantidade de água oxigenada diluída( 1/10). Quando os primeiros dentes começarem a surgir trocaremos para a dedeira, ou para escovas pequenas e muito macias, próprias para a idade. Particularmente, achamos que a dedeira é a melhor opção, por ser mais macia e mais suave na boca do bebê. Juntamente, é hora de iniciar o uso do creme dental. Devido ao aumento da incidência de cárie nas crianças, o consenso tem sido o de já iniciar o uso de creme dental com flúor, porém em quantidades muito pequenas, no tamanho de um grão de arroz. Assim que possível, passamos ao uso de escovas dentais mesmo. Lembrando que precisam ser macias, e de que a escovação é por conta do adulto responsável. A criança pode e deve ajudar para ganhar confiança e prática, mas não deve fazer sozinha, uma vez que lhe falta coordenação para isso. Por volta dos 7 ou 8 anos de idade, algumas crianças já têm capacidade de assumir os cuidados sozinhas. Ainda é muito importante a presença dos pais, conferindo o resultado da escovação e ajudando a seguir as instruções do dentista. E por falar no dentista. Consultas regulares para que possamos observar a higiene, realizar profilaxia e dar as orientações pertinentes são fundamentais. Não somente para a prevenção de problemas, mas também para acostumar a criança com o ambiente e profissionais. No caso de surgir algo que necessite de intervenção, uma cárie, um dente decíduo (de leite) que precisa ser extraído no consultório ou mesmo o uso de algum tipo de aparelho ortodôntico, todo o procedimento será mais fácil, pois existe uma relação criada com base em contatos que não envolvem situações negativas. A solução da situação fica muito mais tranquila para os pais, para criança e para o profissional.

Como está o acompanhamento da saúde dos seus filhos?

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